6 marcas de celulares que dificilmente você verá nas lojas em 2025 (mas fizeram história)

Veja como marcas icônicas de celulares que marcaram gerações no Brasil perderam espaço e deixaram de existir no mercado atual.

Desde o início dos anos 2000, o cenário de celulares no Brasil passou por uma revolução. Grandes nomes conquistaram a confiança dos consumidores, como Nokia, Sony Ericsson e outras. Essas marcas eram sinônimo de inovação e durabilidade.

Com o tempo, algumas dessas empresas perderam espaço ou saíram do mercado. Os avanços tecnológicos e a chegada dos smartphones mudaram o cenário. Vamos explorar algumas dessas marcas que deixaram saudades entre os brasileiros.

6 marcas de celulares que sumiram do mapa

Foto: Shutterstock

1. Sony Ericsson: a parceria que não resistiu à concorrência

Formada pela união da Sony com a Ericsson em 2001, a Sony Ericsson destacou-se pela tecnologia de câmeras e pelo design inovador. Contudo, com o lançamento do iPhone e a evolução das concorrentes, a marca não conseguiu manter sua posição competitiva.

Em 2011, a Sony comprou a parte da Ericsson, encerrando a parceria e criando a Sony Mobile Communications. Os modelos Xperia, lançados posteriormente, não conseguiram se firmar no mercado.

2. LG: da inovação ao encerramento das operações

Conhecida por sua popularidade em aparelhos eletrônicos, a LG entrou no mercado de celulares nos anos 2000. Apesar de alguns sucessos, como a linha LG Optimus, a empresa não conseguiu competir com gigantes como Samsung e Apple.

Após sucessivos prejuízos, a LG encerrou a produção de smartphones em 2021, marcando o fim de sua participação nesse setor.

3. BlackBerry: a queda de um ícone corporativo

Destacando-se no mercado corporativo, a BlackBerry era sinônimo de teclados físicos e segurança. No entanto, a marca não conseguiu acompanhar a evolução dos sistemas operacionais Android e iOS.

Em 2016, a empresa deixou o mercado de smartphones. A TCL, licenciada para fabricar aparelhos BlackBerry, não obteve sucesso em revitalizar a marca.

4. Siemens: a trajetória de uma pioneira

A Siemens, famosa por seus modelos inovadores nos anos 90, começou a perder relevância após 2006. A empresa deixou o mercado de celulares e focou em outros setores, como saúde e infraestrutura ferroviária.

5. ZTE: A gigante chinesa e os desafios internacionais

Embora nunca tenha sido uma grande protagonista, a ZTE destacou-se por oferecer dispositivos acessíveis no Brasil. No entanto, sanções dos EUA e problemas com fornecedores impactaram negativamente a empresa.

Em 2017, a ZTE enfrentou problemas legais que afetaram sua capacidade de produção e distribuição de celulares, resultando em uma redução significativa de sua presença no mercado global.

6. Nokia: a gigante que não acompanhou a era digital

Considerada uma das líderes do mercado entre 1990 e os anos 2000, a Nokia marcou época com seus modelos robustos, como o inesquecível Nokia 3310. No entanto, a ascensão dos smartphones e o avanço de rivais fizeram com que a Nokia perdesse relevância.

Entre 2011 e 2013, a empresa tentou se reinventar ao se unir à Microsoft, mas sem sucesso. Em 2016, a Foxconn, juntamente com a HMD Global, adquiriu a divisão de smartphones da Nokia, mas a marca não conseguiu recuperar seu prestígio e seus modelos foram descontinuados em 2023.

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