Após tragédia em Brumadinho, Inhotim será reaberto ao público

Sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil, o Instituto Inhotim é considerado o maior museu a céu aberto do mundo.

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O Instituto Inhotim confirmou, há pouco, que reabrirá o espaço ao público na próxima sexta (1º). A instituição, localizada em Brumadinho, já havia manifestado intenção de normalizar os serviços no fim de semana.

Em sua conta no Twitter, a administração do Inhotim informou que, entre as vítimas e feridos no incidente, não há funcionários de seus quadros. Entretanto o setor de recursos humanos descobriu que 41 empregados têm parentes próximos desaparecidos.

Estamos prestando assistência e apoio psicológico a essas pessoas nesse momento de dor“, diz a administração.

A reabertura do Instituto está prevista para esta sexta-feira (1º), com todo o cuidado e respeito ao momento que a comunidade de Brumadinho vem passando nos últimos dias.

A entrada do município foi reaberta, o trânsito está liberado, as pessoas voltaram para as suas casas. Segundo os órgãos competentes, no momento não há risco de rompimento de outra barragem.

Apesar do luto, é necessário retomar as atividades, encontrar novos caminhos para superar essa tragédia e manter a cidade funcionando.

Entendemos que cultura, arte, meio ambiente e educação têm um papel fundamental no desenvolvimento humano e da sociedade. E terá um papel crucial na recuperação da cidade nos próximos anos“, acrescentou a administração do complexo de arte.

Sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil, o Instituto Inhotim é considerado o maior museu a céu aberto do mundo.

A seus seguidores no Twitter, o instituto agradeceu pelas diversas mensagens de solidariedade e apoio recebidas. O Instituto Inhotim é a sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior museu a céu aberto do mundo.

Pelo último levantamento das autoridades que acompanham o caso do rompimento da barragem da Vale, 84 pessoas morreram e 276 estão desaparecidas. Do total de mortos, 51 corpos já foram identificadas.

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