Governo Federal baixa os impostos sobre os videogames e promete que irá zerar IPI

Os videogames de telas incorporadas terão preços com 16% menos impostos até o dia 1º de julho.

Na última quinta-feira, 16, o presidente Jair Bolsonaro (PL) realizou mais um anúncio de redução de impostos sobre videogames. Com isso, o valor dos consoles e aparelhos de tela incorporada estarão ao menos 16% mais baratos.

Entretanto, esse valor é referente aos aparelhos cuja produção acontece fora do país e chegam aqui por meio de importação. Além disso, o presidente segue na promessa de zerar o IPI até o fim desse ano.

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Diminuição de 4%

O anúncio veio no perfil oficial do presidente no Twitter, onde Bolsonaro confirmou que mais uma vez os impostos sobre esses produtos diminuirão. Essa não é a primeira vez que o Governo Federal diminui o valor dos impostos sobre esse tipo específico de aparelho neste mandato. Na verdade, pela quarta vez houve o pronunciamento sobre reduções que pretendem baixar consideravelmente o valor final desses produtos.

Com essa nova redução, o imposto de importação de todos os acessórios eletrônicos do videogame sai de 16% para 12%. Ou seja, uma baixa de 4% que pretende impactar positivamente no bolso do consumidor. Segundo estimativas, o comprador poderá economizar até 16% pelo mesmo tipo de videogame.

Presidente pretende zerar o IPI

Ainda sobre os videogames, o presidente segue no discurso no qual se compromete a zerar o IPI, que é o Imposto sobre Produtos Industrializados. Esse tributo acaba influenciando no preço final das mercadorias industriais, o que faz com que produtos eletrônicos importados saiam mais caros.

Assim, a promessa de encerrar esse imposto movimentou a base eleitoral do presidente, que visa comprar produtos estrangeiros mais baratos. Por outro lado, produtores nacionais argumentam que essa medida poderia enfraquecer o comércio e produção nacional, especialmente no setor da indústria.

Isso porque não seria possível concorrer com produtos bem mais baratos vindos do exterior e cujo lucro é remetido integralmente para o país de origem. Inclusive, os mesmos produtores alegam a falta de compromisso com o investimento na indústria nacional e até mesmo de um processo de desindustrialização no governo Bolsonaro.

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