Ian Clifford, um profissional britânico da área de TI, que se encontra em licença médica desde 2008, iniciou um processo judicial contra a IBM. Ele alegava que a empresa não concedeu nenhum aumento salarial durante o período em que estava afastado do trabalho.
Contudo, um juiz trabalhista rejeitou o caso, indicando que as alegações de Clifford não caracterizavam discriminação por deficiência. Além disso, foi salientado que, de fato, o funcionário recebeu um tratamento favorável.
Clifford, que estava afastado devido a problemas de saúde mental, foi diagnosticado com leucemia em estágio quatro em 2013. Naquele mesmo ano, queixou-se de que não havia recebido nenhum aumento salarial nem pagamento de férias durante cinco anos. No entanto, em abril de 2013, Clifford e a IBM chegaram a um acordo que garantia a ele o direito de receber 75% do seu salário até se aposentar ou deixar de fazer parte do plano de doença e acidente da empresa.
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O Caso de Ian Clifford

Ian Clifford, de 50 anos, entrou de licença médica em 2008 devido a problemas de saúde mental. Posteriormente, em 2013, ele foi diagnosticado com leucemia em estágio quatro.
Durante o período de afastamento, Clifford alegou que a IBM não aumentou seu salário nem lhe pagou férias durante os cinco anos em que esteve ausente. Em 2013, ele chegou a um acordo com a empresa, no qual passou a receber 75% do seu salário até a aposentadoria ou o fim do plano.
Alegações de discriminação por incapacidade
Em fevereiro de 2022, Clifford decidiu levar a IBM a tribunal, alegando discriminação por incapacidade devido à falta de aumento salarial desde que entrou no plano. Ele argumentou que a falta de reajuste salarial resultava em uma diminuição real de sua renda devido à inflação.
Entretanto, o juiz de trabalho responsável pelo caso rejeitou suas alegações, afirmando que o plano de pagamento já era substancial e que Clifford havia recebido tratamento favorável em relação aos trabalhadores não incapacitados.
Aumento salarial e equidade no trabalho
Apesar da decisão desfavorável, Clifford afirmou que sua intenção não era ser ganancioso, mas garantir a segurança financeira de sua família, incluindo seu filho que está na universidade.
Desta forma, ele expressou a preocupação de que, mesmo estando afastado por motivos de saúde, suas despesas, como a hipoteca, não diminuiriam. Clifford já apelou da decisão do tribunal, buscando um aumento salarial de 2,5%.
