O ano de 2025 traz novidades significativas no Imposto de Renda que podem pegar muitos de surpresa. Com a proximidade do prazo final para a declaração, é essencial que os contribuintes estejam atentos às novas exigências estabelecidas pela Receita Federal.
A declaração de bens e direitos, sempre uma parte indispensável do processo, agora requer ainda mais cuidado. Qualquer erro pode resultar em multas ou na temida malha fina.
Este artigo busca desvendar as dúvidas mais comuns sobre como declarar corretamente imóveis, veículos e investimentos.
Detalhes importantes na declaração de bens
Os bens devem ser declarados pelo valor de aquisição, independentemente de qualquer valorização ocorrida. Isso inclui imóveis, veículos e investimentos.
A Receita Federal agora exige informações adicionais, como o registro do imóvel e o Renavam do veículo.
Quem precisa declarar?
A partir de 2025, contribuintes com bens ou direitos que somem mais de R$ 800 mil em 31 de dezembro de 2024 devem declarar, mesmo sem rendimentos tributáveis acima da faixa de isenção.
O valor considerado é sempre o de aquisição.
Investimentos e criptomoedas
Os investimentos precisam ser detalhados, incluindo poupança, ações, fundos e criptomoedas. A Receita exige informações como o CNPJ da instituição financeira e o saldo em 31 de dezembro.
Exceções e omissões possíveis
Nem todos os bens precisam ser listados. Alguns saldos bancários ou aplicações até R$ 140, bens móveis abaixo de R$ 5 mil e dívidas até R$ 5 mil estão isentos. Entretanto, veículos e imóveis devem ser declarados detalhadamente.
Tecnologia: uma aliada na declaração
A tecnologia tem facilitado o preenchimento da declaração. Ferramentas como inteligência artificial e aplicativos financeiros ajudam na organização de documentos.
Ademais, muitos bancos oferecem relatórios que podem ser importados diretamente na declaração.
Dicas para evitar a malha fina
Para não cair na malha fina, a revisão das informações é crucial. Inclua todos os dados precisos sobre rendimentos, dependentes e despesas. Mantenha todos os documentos comprobatórios, pois podem ser requisitados pela Receita Federal.
Por fim, revise a declaração antes de enviá-la. Corrija pequenos erros e utilize tecnologia para minimizar falhas. Assim, você evita problemas futuros com a Receita.
