Paleontologia

Os paleontólogos identificam fósseis e suas estruturas morfológicas enquanto habitavam nosso planeta.

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O estudo da vida antiga, conhecida a partir fósseis, é chamado de paleontologia e cientistas que trabalham nesta área são conhecidos como os paleontólogos.

Ao olhar de perto os esqueletos fósseis e compará-los com os dos animais vivos, os paleontólogos tentam descobrir como eram as criaturas extintas e como elas poderiam ter vivido. Eles também usam outras pistas dos chamados “vestígios de fósseis” – como pegadas preservadas e atividades de animais pré-históricos.

Esqueletos completos de dinossauros são raros de serem encontrados. É mais comum encontrar apenas alguns dentes ou ossos. Os paleontólogos identificam fósseis isolados comparando-os com ossos de espécimes mais bem preservados.

Para completar os esqueletos dos dinossauros, os cientistas calculam o tamanho e a posição dos músculos a partir das marcas deixadas onde estavam presos aos ossos.

Nas últimas décadas, um grande número de ovos de dinossauro foi descoberto. Alguns estão preservados e estavam reunidos, sugerindo que os dinossauros faziam ninhos. Existe até um achado de um dinossauro preservado com um punhado de ovos – evidência de que pode ter revelar algum tipo de cuidado parental.

Pegadas

Os paleontólogos estudam mais do que apenas ossos. Criaturas pré-históricas como os dinossauros deixaram para trás outras evidências de suas vidas.

Ao olhar para as pegadas fósseis, os paleontólogos podem descobrir como os dinossauros se moviam e até a velocidade com que corriam. Além de pegadas, são analisados excrementos fósseis. Estes dizem aos paleontólogos o que essas criaturas comeram.

Fósseis

Os fósseis são a única evidência da vida pré-histórica. Ocorrem em rochas sedimentares, que se formam a partir de sedimentos compactados, como lodo e areia.

O enterro rápido em sedimentos impede que o animal se quebre ou seja comido por organismos decompositores. Com o tempo, o que resta são ossos, ou moldes da forma do animal. Os fósseis são expostos pela água ou pelo clima, desgastando a rocha em que estão.

Alguns animais quase não mudaram desde que surgiram, há milhões de anos. Eles são referidos como fósseis vivos, um termo usado pela primeira vez por Charles Darwin.

O caranguejo-ferradura, por exemplo, é praticamente idêntico aos caranguejos-ferradura fósseis do período Jurássico, há 200 milhões de anos. Seu corpo permaneceu o mesmo porque está perfeitamente adaptado ao seu habitat e estilo de vida, que nunca mudaram.

Evidências

Os trilobitas são animais extintos que possuíam um esqueleto externo resistente, pernas articuladas e olhos compostos – características observadas nos insetos e crustáceos de hoje.

Eles foram extintos cerca de 248 milhões de anos atrás, mas eram criaturas marinhas muito comuns nos 300 milhões de anos anteriores a esse tempo.

Âmbar

Âmbar é resina de árvores fossilizadas. Às vezes, ele contém restos de insetos e outros pequenos animais que ficaram presos nele enquanto estavam na árvore.

Evidências desses fósseis quase perfeitos fornecem informações raras sobre tecidos moles e estruturas delicadas. Tentativas foram feitas para extrair o DNA desses fósseis, mas até agora nenhuma foi bem sucedido.

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