Pets também sofrem com o sol: veja como evitar queimaduras em cães e gatos

Animais de estimação também sofrem com queimaduras solares e precisam de cuidados especiais para evitar danos à pele.


A exposição solar é um fator de risco não apenas para os seres humanos, mas também para cães e gatos. Muitos tutores acreditam que a pelagem do animal oferece proteção total, mas a realidade é diferente.

A radiação ultravioleta (UV) pode causar danos significativos à pele dos pets, desde vermelhidão, irritações e queimaduras, até condições mais graves, como câncer de pele. Por isso, é fundamental entender como proteger os animais durante os períodos de calor intenso.

Quem está mais vulnerável?

Animais de pelo curto, claro, com falhas ou totalmente sem pelos, como os gatos da raça Sphynx, apresentam maior susceptibilidade às queimaduras solares.

As áreas mais sensíveis incluem o focinho, orelhas, barriga e demais regiões onde a pelagem é escassa. Nessas regiões, a exposição contínua ao sol sem proteção adequada pode provocar lesões dolorosas e, ao longo do tempo, prejudicar a saúde do animal.

Foto: iStock

Protetor solar específico para pets

Uma das medidas mais eficazes é a aplicação de protetor solar próprio para animais. Diferente dos produtos destinados a humanos, os protetores para pets são hipoalergênicos, seguros em caso de ingestão acidental e formulados para minimizar o risco de reações adversas, considerando que muitos cães e gatos acabam lambendo a pele após a aplicação.

O ideal é aplicar o produto aproximadamente 15 minutos antes da exposição ao sol, reaplicando sempre após contato com água ou suor intenso, especialmente em praias, passeios longos e parques abertos.

Cuidados complementares no verão

Além do protetor solar, é essencial adotar práticas de prevenção e cuidados com a saúde dos pets durante o verão. Entre as principais recomendações, destacam-se:

  • Manter a hidratação do animal: disponibilizar água fresca em abundância;
  • Evitar passeios nos horários de maior intensidade solar, geralmente entre 10h e 16h;
  • Observar mudanças na pele ou comportamento, como coceira, vermelhidão ou letargia, que podem indicar desconforto ou queimaduras;
  • Buscar orientação veterinária ao escolher produtos ou em caso de sinais de irritação.

Com atenção adequada e uso de produtos específicos, é possível garantir que cães e gatos aproveitem o verão de forma segura, sem colocar em risco sua saúde e bem-estar.

Lembre-se: a prevenção é sempre mais eficaz do que o tratamento, e proteger a pele do seu pet deve ser tão importante quanto proteger a sua própria.

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Escrito por

Renato Soares

Formado em Publicidade e Propaganda pela UFG, deu seus primeiros passos como redator júnior na agência experimental Inova. Dos estágios, atuou como assessor de comunicação na Assembleia Legislativa de Goiás e produtor de conteúdo na empresa VS3 Digital.

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