Já imaginou usar a energia do corpo para recarregar relógios?

Cientistas da Escócia estão investigando uma maneira de utilizar essa energia.

A energia é sempre algo que intriga os cientistas, pois ela está em tudo ao nosso redor, incluindo nosso corpo. Nesse sentido, cientistas estão buscando maneiras de utilizar a própria energia do corpo humano em movimento como bateria para relógios e roupas inteligentes. Curioso, não? Mas essa possibilidade tem tudo a ver com o futuro das soluções por energias renováveis. Quer saber mais sobre essa inovação? Acompanhe a leitura do texto!

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A inovação tecnológica

Alguns cientistas da Universidade de Edimburgo, localizada na Escócia, desenvolveram pequenos dispositivos capazes de utilizar a energia do corpo humano em movimento para gerar eletricidade. O objetivo é que esses novos aparelhos sejam utilizados em relógios, roupas inteligentes e todo componente vestível.

Esses pequenos aparelhos utilizam uma tecnologia dos materiais piezoelétricos, que são capazes de gerar cargas elétricas ao sofrer uma deformação. A nova ideia é bastante eficiente em relação às anteriores, o que facilita na sua fabricação.

Isso é um passo para que os chamados relógios inteligentes (smartwatches) entrem em um nível maior de desenvolvimento, necessitando apenas do movimento contínuo dos seus usuários.

Os equipamentos com piezoeletricidade

A nova tecnologia usada pelos pesquisadores é um aprimoramento da química utilizada na produção de fibras muito finas que utilizam um material chamado PVDF, uma substância capaz de gerar altas quantidades de eletricidade quando uma pressão contínua é aplicada sobre ela.

Com isso, os testes de laboratório mostraram resultados satisfatórios, entregando cerca de 40 microwatts de energia por centímetro quadrado. Trata-se de algo muito mais vantajoso quando comparado aos antigos equipamentos do tipo.

Além disso, essa inovação é boa para o meio ambiente. Isso porque a pesquisa entrega um modelo de energia que pode prolongar a vida útil das baterias de íon ou até mesmo substituí-las. Uma inovação e tanto, não é mesmo?!

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