Segredo para uma noite de sono revigorante é comer kiwi

Consumo de kiwi antes de dormir pode melhorar qualidade do sono. Entenda como essa fruta age no organismo.


A busca por uma noite de sono revitalizante é constante para muitos. Nos últimos anos, uma prática simples tem ganhado destaque: comer kiwi antes de dormir. Afinal, será que essa dica realmente proporciona um descanso mais profundo?

De acordo com a Dra. Isolda Prado, diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), o consumo do kiwi como auxiliar do sono está respaldado por ciência. A fruta é rica em serotonina, um precursor da melatonina, essencial na regulação do sono.

Entretanto, a Dra. Prado adverte que o consumo deve ser de duas unidades da fruta. Estudos indicam que essa quantidade pode influenciar positivamente a qualidade do sono, mas sempre respeitando possíveis restrições pessoais.

Evidências científicas dos benefícios do Kiwi no sono

Pesquisas científicas apontam que sim, o kiwi pode impactar positivamente o sono.

Em um estudo, 24 adultos com distúrbios leves consumiram dois kiwis uma hora antes de dormir por um mês. Os resultados incluíram menor tempo para adormecer e menos despertares noturnos.

Outro estudo, desta vez focado em atletas de elite, relatou benefícios semelhantes. Após ingerirem dois kiwis por noite, os esportistas experimentaram maior duração do sono e menor nível de estresse. Ambas as pesquisas reforçam cientificamente os potenciais efeitos benéficos da fruta.

Cuidados necessários com alergias

Embora o kiwi possa ser amplamente consumido, é necessário cautela com alergias. A fruta pode causar desde irritações orais até reações mais sérias, como anafilaxia, especialmente em pessoas com alergias a frutas ou látex.

Caso tenha histórico de reações alérgicas, é recomendado evitar o consumo excessivo ou consultar um especialista. Os sinais de alergia incluem formigamento ou coceira na boca, frequentemente associados ao contato com a casca.

Incluir o kiwi na sua rotina noturna pode, sim, melhorar a qualidade do sono, mas é vital respeitar as quantidades indicadas e estar atento a reações alérgicas. Assim, a busca por um sono mais tranquilo torna-se eficaz e segura.

*Com informações do portal Terra.

Compartilhar:
Escrito por

Lorena de Sousa

Jornalista graduada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), integra o time VS3 Digital desde 2016. Apaixonada por redação jornalística, também atuou em projetos audiovisuais durante seu intercâmbio no Instituto Politécnico do Porto (IPP).

Ver todos os artigos