Há algum tempo atrás noticiários do mundo inteiro davam conta que uma pirâmide enterrada no gelo da Antártida teria sido encontrada.
Para corroborar o assunto, o renomado canal de TV a cabo The History Channel fez uma matéria sobre o tema, trazendo imagens intrigantes sobre o tal achado. Confira o vídeo do History:
Nos vídeos e fotos espalhados pela internet é de fato possível ver aquilo que parece ser uma pirâmide com 2 quilômetros em cada um dos seus quatro lados, coberta com neve e basicamente enterrada no solo gélido da Antártida.
Mas, o que de fato há ali? É uma pirâmide de fato ou apenas um objeto que passa essa impressão? Tendo vindo à tona novamente nos últimos dias, esse assunto está dando o que falar na internet.
Comentando em vídeos e publicações sobre a “pirâmide da Antártida” alguns usuários começaram a tecer as mais diversas teorias sobre o objeto.
“Esta estrutura pertence à civilização que existia antes do dilúvio. Cerca de 10.000 anos atrás a Antártida estava quente”, disse um. “Essa é a confirmação da existência dos Iluminati”, comentou outro.
Outros usuários afirmaram que a pirâmide na verdade é um bunker construído pelas pessoas mais ricas do mundo a fim de se protegerem em caso de catástrofe.
Para os internautas mais excêntricos, o lugar foi criado por alienígenas como base de apoio ou posto de observação da Terra.
Pés no chão (ou na neve)
Indo contra as teorias da conspiração de internautas, o professor de geologia Eric Rignot, que vive em Irvine, nos Estados Unidos, descreveu a sua visão sobre o que poderia ser essa tal pirâmide.
“As formas das pirâmides não são impossíveis [de serem criadas naturalmente] — muitos picos parecem-se parcialmente com pirâmides, mas só têm uma a duas faces como essa, raramente quatro”, afirmou.
“Esta é apenas uma montanha que se parece com uma pirâmide.”, confirmou ele em entrevista ao Live Science.
Bom, ao que parece, não é dessa vez que os teóricos da conspiração vão ter o seu anseio por mistério saciado. Ou será que não?
* Com informações de The History Channel e Live Science
