Saiba como uma alimentação saudável pode aumentar sua expectativa de vida em até 13 anos

Um estudo recente mostrou que algumas substituições na alimentação podem acrescentar mais de uma década na expectativa de vida.

Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Bergen, na Noruega, mostrou que a alimentação saudável pode aumentar a expectativa de vida. Nesse sentido, confira agora os detalhes dessa pesquisa e quais mudanças você deve fazer na sua alimentação para alcançar a longevidade.

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Como a alimentação pode aumentar a expectativa de vida em até 13 anos?

O estudo, que foi publicado na revista Plos Medicine, fez uma estimativa de quanto tempo de vida deixaria de ser perdido caso as pessoas substituíssem o padrão alimentar tipicamente ocidental (rico em carne vermelha, açúcares e alimentos processados) por uma dieta à base de leguminosas e grãos integrais.

Com isso, os pesquisadores chegaram à conclusão de que um jovem de 20 anos de idade nos Estados Unidos pode ter um aumento de até 13 anos na expectativa de vida com essa mudança. Já as mulheres da mesma idade teriam um acréscimo de 10,7 anos.

Em relação aos idosos, os resultados mostraram um aumento de 3,4 anos na expectativa de vida para aqueles de 80 anos. Enfim, tais alterações no padrão alimentar podem beneficiar todas as faixas etárias, mas o ganho é menor conforme as alterações ocorrem mais tardiamente.

Alimentação saudável: o que dizem as autoridades de saúde?

A segunda edição do Guia Alimentar Para a População Brasileira, publicado em 2014 pelo Ministério da Saúde, estimula com firmeza o consumo de alimentos in natura e minimamente processados. Isso significa alimentos mais naturais possíveis, sem adição de quantidades excessivas de açúcar, sódio e gorduras.

São exemplos desses alimentos: arroz, feijão, lentilha, grão de bico, milho, frutas em geral e vegetais como tomate, batata e aipim. Em suma, são todos aqueles que podem ir do campo à mesa, sem a necessidade de vários processos industriais para se tornarem próprios para o consumo.

Em contrapartida, o Guia desencoraja o consumo de alimentos processados e ultraprocessados, como os refrigerantes, salgadinhos de pacote, salsichas, macarrão instantâneo, entre outros.

O que diz a OMS?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também alerta para a redução do consumo de alimentos cheios de açúcares, aditivos, sódio e gorduras. Isso porque eles contribuem para o aumento dos casos de câncer, hipertensão, diabetes e outras doenças crônicas. Portanto, cuide da sua alimentação e dê preferência a um padrão alimentar mais natural. Sua saúde agradece!

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