A falta de dinheiro pode ser pior do que se imagina, aponta pesquisa

Recentemente uma pesquisa realizada pela Universidade de Princeton foi publicada com um estudo um tanto quanto surpreendente.

Recentemente uma pesquisa realizada pela Universidade de Princeton foi publicada contendo um estudo um tanto quanto surpreendente. O estudo afirma que a pobreza é tão desgastante mentalmente para as pessoas que, pessoas consideradas “pobres” tem menos capacidade mental para se dedicar a outras áreas de suas vidas.

As pessoas que passam por dificuldades financeiras apresentam tendência a tomar decisões erradas que podem aumentar, ou até piorar, seus problemas financeiros, tornando-os uma bola de neve.

O problema da pobreza é algo grave, porque aos poucos as pessoas perdem a chance de sair dela, sugerem os cientistas.

De acordo com o que foi encontrado, uma pessoa com menos condições financeiras tende a ter uma queda momentânea razoável em seu QI, aproximadamente 13 pontos. O que equivale a passar uma noite sem dormir, apontam os estudos.

Contudo, quando essas mesmas pessoas não estavam enfrentando problemas financeiros, se saíram bem nas provas aplicadas. Assim, essa não é a primeira vez que a ciência conclui que a pobreza prejudica as funções cerebrais.

Em meados de 2013, um cientista comportamental e um economista lançaram um livro, chamado “Escassez – Uma nova forma de pensar a falta de recursos na vida das pessoas e nas organizações”, em que foi publicado um estudo sobre as novas maneiras de se pensar sobre a falta de recursos na vida das pessoas e das organizações.

No livro é dito que o efeito do excesso de preocupação gerada pela falta de dinheiro deixam as pessoas desgastadas, comparando o cérebro humano a um computador em que há vários programas abertos ao mesmo tempo e, por isso, sua performance cai drasticamente, isso vale para o cérebro das pessoas que possuem muitos problemas com dívidas e passa muito tempo pensando em várias formas de tentar resolver todas elas ao mesmo tempo, prejudicando assim seu desempenho. Tomadas de decisões feitas em situações de pobreza são geralmente consideradas apressadas e equivocadas.

Para que o impacto da pobreza seja reduzido, deve-se pensar em resolvermos um problema financeiro de cada vez, da forma mais sucinta possível, sem contrair novas dívidas para tentar resolver as antigas.

Sendo assim, percebe-se que os problemas econômicos vão muito além do que se imagina. Caso necessário, procure apoio de um profissional, tanto da área econômica quanto da área da saúde.

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