Empregos em risco: entenda como a IA pode revolucionar o mercado de trabalho


A Inteligência Artificial é tema de muitos filmes e séries de ficção científica. “Eu, Robô”, de 2004, é um exemplo e nos faz refletir sobre os resultados daquilo que projetamos que, muitas vezes, são percebidos depois que o estrago já está feito.

Será esse o futuro com a Inteligência Artificial que está se desenvolvendo atualmente?

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) relatou na última terça-feira (11) que trabalhadores dos países membros da instituição – como Estados Unidos, França e Alemanha- temem perder seus empregos para a IA.

O motivo disso é que mais de um quarto desses ofícios dependem de habilidades que podem ser facilmente automatizados na próxima revolução da Inteligência Artificial. Entenda!

O medo não é de hoje

Antes mesmo do surgimento do ChatGPT, três em cada cinco trabalhadores temiam perder seus empregos para a IA nos próximos 10 anos. No tocante à pesquisa recente, foram ouvidos 5.300 trabalhadores em 2 mil empresas de manufatura e finanças de sete países membros da OCDE.

Esses levantamentos revelam que os empregos com maior risco de serem automatizados representam 27% da força de trabalho nos países membros do grupo. As ocupações mais expostas à substituição são aquelas de baixa e média qualificação, como construção, agricultura e, em menor escala, produção e transporte.

O outro lado da moeda

Apesar da ansiedade e receio trazidos por essas previsões, dois terços dos trabalhadores que já utilizaram a IA em seus trabalhos relataram que a automação tornou seus ofícios menos perigosos ou tediosos.

Segundo o secretário-geral da OCDE, Mathias Cormann, a maneira como a Inteligência Artificial afetará os trabalhadores e se os benefícios serão maiores que os riscos depende das medidas que cada país tomará nesse sentido.

Então, o que devemos fazer?

No documento, a organização recomendou que países criem políticas públicas que lidem com os riscos da IA para garantir que o mercado de trabalho se torne inclusivo, não o contrário.

Portanto, o ideal é que os governos coletem dados sobre a tecnologia e façam pesquisas para entender quais mudanças acontecerão, quais empregos serão criados ou caducados, bem como de que formas os trabalhadores devem desenvolver suas habilidades para se adequar aos avanços.

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Escrito por

Agência Velvet

Agência de conteúdo que surgiu em 2017 com foco em redação e estratégias, integrada por jornalistas e gestores de marketing. Já são mais de 60 empresas atendidas, espalhadas pelo Brasil e pelo mundo.

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