A ingestão de café pode reduzir o risco do desenvolvimento de Alzheimer; entenda

Estudos apontam que beber café pode diminuir os riscos de desenvolver a doença de Alzheimer. Veja mais!

Mais de 55 milhões de pessoas em todo o mundo vivem com distúrbios cerebrais. O tipo mais comum é a doença de Alzheimer, que os especialistas acreditam ser responsável por cerca de 65% dos casos. Em uma população mais velha, espera-se que os casos da doença aumentem. No entanto, o consumo de café pode diminuir os riscos de Alzheimer.

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A relação do consumo de café com a prevenção do Alzheimer

O Alzheimer é uma condição bem complexa e que não faz parte do processo normal de envelhecimento do corpo. Além disso, causa uma série de alterações cerebrais que podem levar à perda de memória e declínio cognitivo.

No entanto, um novo estudo na Austrália descobriu evidências que sugerem que existe uma ligação entre a quantidade de café que as pessoas bebem e sua taxa de declínio cognitivo. Tal estudo foi publicado na revista especializada Frontiers in Aging Neuroscience.

Ademais, pesquisas anteriores também sugeriram que o café pode reduzir a incidência de distúrbios cognitivos. Assim, os autores deste novo relatório se propuseram a explorar ainda mais a questão.

O que os estudos apontam?

Ao analisar os dados de testes realizados, os pesquisadores conseguiram perceber que o consumo habitual de café foi positivamente associado às áreas cognitivas da função executiva e da atenção. Além disso, aqueles que fizeram a sua ingestão em quantidades maiores tiveram um declínio cognitivo mais lento nessas áreas ao longo do estudo.

Ademais, não parece haver uma ligação entre o consumo de café e a atrofia do volume cerebral neste estudo. Os resultados observados sugerem que aumentar a ingestão de café de 1 para 2 xícaras por dia pode reduzir os riscos de Alzheimer em até 8% após 18 meses. Também pode haver uma diminuição de até 5% no acúmulo de beta-amilóide cerebral no mesmo período.

Contudo, é importante considerar as limitações do estudo, uma vez que os dados dietéticos auto relatados podem estar sujeitos ao viés de memória. No entanto, os estudiosos observam que a ingestão de café é menos propensa a relatar erros à sua natureza habitual de longo prazo.

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