Histórico familiar pode apontar causa de transtornos psiquiátricos?

Venha entender se de fato a genética pode influenciar nas causas das doenças psiquiátricas.

Não é tão simples realizar o diagnóstico de uma doença mental. Na maioria das vezes, os profissionais tem que se basear em sintomas que só aparecem em determinados momentos. Há controvérsias sobre dizer que alguma condição mental tenha relação com fatores genéticos. Além disso, não necessariamente um transtorno psiquiátrico seria gerado por conta do histórico familiar.

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Hoje é possível dizer que ainda não existem testes de genes suficientes para realmente confirmar o diagnóstico da origem de uma doença mental. Sendo assim, o que temos são testes que captam parte das células de DNA para dizer qual seria a substância medicamentosa que proporcionaria a melhor resposta para o paciente.

Com isso, caso haja um diagnóstico, ele deve seguir o tratamento devidamente prescrito pelo seu médico. Além disso, é importante romper com o preconceito e o medo do que os outros possam dizer sobre isso. O estigma associado à doença mental é nocivo e prejudica a qualidade de vida dessas pessoas e de seus familiares.

Doenças com influência genética

Os pesquisadores já sabem que os genes desempenham um papel na doença mental. Por exemplo, um estudo feito em pacientes com autismo, esquizofrênicos, transtorno bipolar, depressão e transtorno de déficit de atenção com hiperatividade demonstrou que eles possuem certas variantes de DNA em comum.

Curiosidades

Outro aspecto inesperado está relacionado ao alcoolismo. Algumas pesquisas já mostraram que essa condição teria fatores de risco genéticos semelhantes à depressão. No entanto, um novo estudo não encontrou nenhuma correlação entre os padrões de atividade genética nessas doenças mentais.

Outro aspecto curioso sobre o tema é que uma análise feita em larga escala de cérebros de cadáveres revelaram traços moleculares distintos em pacientes psiquiátricos. Os cientistas descobriram que os cinco principais distúrbios psiquiátricos – autismo, esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão e transtorno de hiperatividade com déficit de atenção – mostraram padrões de atividade genética, mas diferem de maneiras específicas.

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