Gripe felina: o que é, suas causas, sintomas e como tratar

Confira mais detalhes sobre essa enfermidade e saiba como agir caso seu gato apresente algum sintoma.

É bastante comum que nos meses mais frios do ano os casos de gripe sofram um aumento significativo. Nesse sentido, todos aqueles que têm algum animalzinho em casa também devem ficar em alerta, uma vez que a gripe felina é uma das doenças mais corriqueiras entre os gatos nessas épocas.

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Porém, apesar de demonstrar sintomas parecidos a um resfriado, é preciso estar atento, já que essa enfermidade gera um certo desconforto e pode apresentar riscos aos bichanos. Para saber como proteger seu animalzinho da gripe felina, acompanhe a leitura.

O que é a gripe felina?

Por mais que seja uma condição bem conhecida, ainda existem muitas dúvidas acerca da gripe felina. Mas afinal, do que se trata essa doença? Chamamos de gripe toda e qualquer enfermidade que ataca o sistema respiratório.

Essa infecção pode ser oriunda de diversos fatores, já que ela depende do agente causador. Todavia, em geral, o termo está atrelado à rinotraqueíte, uma condição bastante preocupante para os gatos, conhecida por ser altamente contagiosa.

Vale destacar que, apesar dos sintomas serem parecidos, não devemos confundir a gripe felina com os resfriados que atacam o organismo humano. As causas são bem diferentes, e por isso é preciso ter cautela, a fim de não subestimar a gravidade da doença nos gatinhos.

Quais são as causas da gripe felina?

Já sabemos que as causas para um gato pegar gripe podem ser diversas. A exemplo da rinotraqueíte, que é o problema mais associado ao resfriado em felinos. Trata-se de uma doença originada a partir de três agentes principais:

  • Herpesvírus Felino: vírus muito contagioso, também apelidado de HVF;
  • Calicivírus Felino: vírus com alta taxa de contágio, conhecido como CVF,
  • Chamydophila felis: bactéria que também pode causar rinotraqueíte, embora sejam casos raros.

O pet pode se contaminar ao ter contato com algum outro animal que apresenta um quadro de infecção. Isso acontece principalmente com os gatos que têm acesso à rua. É importante ressaltar que essa doença é bastante contagiosa e qualquer tipo de interação com um gato infectado pode ser suficiente para que seu felino desenvolva a gripe.

Porém, existem outras situações que também podem levar o bichano ter problemas respiratórios, como uma simples rinite. Portanto, é de suma importância estar em dia com os exames do seu peludo.

Sintomas da gripe felina

Notar que seu gato está gripado não é difícil. Assim, destacamos abaixo os principais sintomas da gripe felina:

  • Tosse;
  • Espirros;
  • Secreções nasais;
  • Secreções oculares;
  • Febre;
  • Perda de apetite,
  • Apatia;
  • Letargia.

Ou seja, seu gatinho fica semelhante a você quando gripado: sem ânimo, com tosse e podendo até apresentar febre.

Tratamentos da gripe felina

O tratamento deve começar com uma consulta ao médico veterinário. O especialista irá analisar os sintomas e o histórico do pet e, com essas informações, chegará a uma conclusão a respeito da causa da doença.

Na maioria dos casos, o tratamento da gripe felina consiste em oferecer todas as condições necessárias para que o organismo do bichano consiga combater a doença. Conheça as medidas que devem ser tomadas para promover uma melhora no quadro de saúde do pet:

  • Hidratação: sempre tenha água fresca e limpa perto de seu peludinho;
  • Ração de qualidade: é recomendado misturar ração úmida à ração seca para facilitar a ingestão e ainda estimular a hidratação;
  • Medicação: em alguns casos, pode haver a recomendação de remédios para gripe felina e antibióticos. Além disso, o uso de suplementos alimentares também pode ser uma boa opção de nutrição. Entretanto, a medicação deve ser feita apenas sob orientação médica especializada.

Com os cuidados acima, o seu gatinho irá se curar rapidinho da gripe, uma vez que a taxa de recuperação de gatos gripados é demasiadamente alta.

Para prevenir essa doença, sempre mantenha a caderneta de vacinação do seu pet em dia, uma boa alimentação e rotina de exercícios. Além disso, evite que ele tenha acesso à rua e leve seu pet frequentemente ao veterinário.

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