É verdade que cães podem pressentir a morte de alguém?

Os cães são muito sensíveis para interpretar as situações e ambientes e muitos acreditam que também conseguem pressentir a morte.

Ao longo do tempo os cães podem saber identificar hábitos, tom de voz e até mesmo mudança de temperamento de seus donos. Isso porque a convivência com os humanos permite que esse animal tão inteligente consiga reconhecer padrões de comportamento. Porém, existem histórias que vão para além disso, com as que afirmam que os cachorros podem pressentir a morte de alguém.

Segundo relatos, esse seria um sentido aguçado do cão, mas será que isso é a verdade?

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Cães podem sentir “cheiro” da morte

O olfato do cão é realmente um dos mais apurados dentre toda a natureza e essa afirmação se confirma por uma série de estudos. Inclusive, por conta desse fato, organizações públicas e privadas de investigação a crimes usam agentes caninos para ajudar na busca por provas. Afinal, eles são capazes de farejar cheiros de pessoas, drogas e demais substâncias ilícitas.

Além disso, os cães também conseguem reconhecer o cheiro de seus donos, com os quais desenvolvem uma relação especial. Portanto, é possível que o cão consiga notar certa diferença no odor corporal das pessoas quando elas não estão bem de forma muito mais precisa do que nós. Como consequência, os cães podem se aproximar das pessoas doentes com inquietação sobre esse cheiro, embora não saiba exatamente o que seja. Isso pode explicar o motivo de muitos cachorros ficarem ao lado de seus donos em suas últimas horas de vida.

Os cães lamentam a morte dos donos

Não devemos pensar que os animais são insensíveis a nossa dor, pois, muito pelo contrário, eles são muito empáticos e emotivos. Como já mencionamos, eles reconhecem os gestos e humor dos donos, e por isso notam com facilidade casos de adoecimento. Além disso, cachorros podem ficar muito tocados e tristes em casos de morte, especialmente de seus donos, mesmo que não entendam inteiramente a situação. Assim, não é incomum latidos altos, uivos e até mesmo depressão em cães após a partida dos humanos que cuidavam dele.

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