iFood: CPI dos aplicativos faz visita à sede da empresa depois de polêmica

A campanha atribuída ao iFood é investigada pelo Conar.

Recentemente, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Aplicativos realizou uma investigação na sede do iFood. A fiscalização foi feita pelos vereadores de São Paulo (SP) depois que a empresa foi acusada de contratar duas agências para acabar com a greve dos trabalhadores da plataforma. Campanhas vinculadas à plataforma também estão sendo investigadas pelo Conar. Entenda os detalhes da ação neste artigo.

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Entenda o que é a CPI dos Aplicativos

Instalada em março de 2021, o objetivo principal desta CPI em específico é analisar os contratos das empresas que atuam no transporte privado de passageiros remunerados na cidade de São Paulo, bem como a devida cobrança de impostos para o município e a avaliação das condições de trabalho dos trabalhadores.

O caso do iFood e a CPI dos Aplicativos

A visita dos vereadores à sede do iFood faz parte de um novo episódio da polêmica da plataforma. A Agência Pública informou que o iFood havia contratado duas agências de marketing digital para gerenciar contas falsas de redes sociais. O objetivo da campanha era deslegitimar os sindicatos e manipular debates públicos sobre paralisações sindicais.

Em resposta ao caso, o iFood convidou a Comissão para fiscalizar as instalações da empresa. Em comunicado, a Câmara afirmou que os vereadores se reuniram com representantes da empresa para saber mais sobre a operação e obter informações. Os agentes políticos também foram em dois endereços na capital que estavam sendo apontados como operadores logísticos.

Segundo o relatório da CPI, nos dois bairros de São Paulo, Vila Saúde e Brooklin, os membros da Comissão buscaram de que forma as empresas operam, a fim de avaliar a condição de trabalho dos entregadores parceiros.

Conar também investiga iFood

Por outro lado, a CPI dos Aplicativos não é a única a ficar de olho na situação com o iFood. Em comunicado à imprensa, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) disse que abriu uma investigação sobre as alegações em torno da campanha.

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