6 dinâmicas simples e rápidas

Versáteis, as atividades podem ser realizadas nos mais diferentes ambientes e contribuem para um grupo mais conectado e comunicativo

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Dinâmicas são excelentes ferramentas de gestão para as empresas. As atividades, feitas em grupo, são muito aplicadas por empresas em processos seletivos e também no dia a dia do escritório, com o intuito de motivar, divertir e melhorar a integração entre os funcionários.

Apesar da popularidade no ambiente empresarial, dinâmicas não precisam ser restritas ao mundo corporativo. As atividades podem muito bem ser aplicadas em outros ambientes, como escolas, faculdades, cursos, conferências, entre outros, de forma a também promover e melhorar a conexão e integração entre diferentes grupos.

Além dos benefícios que elas geram na atuação e na intercomunicação de uma equipe, as dinâmicas são muito versáteis. Por trabalharem diferentes competências e visarem objetivos específicos, além de também utilizarem de técnicas variadas, elas podem ser aplicadas em diversas situações.

A seguir, selecionamos seis dinâmicas simples e rápidas, que não requerem nenhum ou apenas utilizam de materiais simples e acessíveis. Elas podem ser aplicadas de forma a melhorar a integração e a comunicação do seu grupo. Confira!

1. Dinâmica do Aprender

A atividade é voltada para que a equipe possa se conhecer melhor, em um nível mais pessoal, Faça um círculo com os participantes e explique que hoje, eles poderão aprender novos fatos sobre os colegas. Entregue uma bolinha ou outro objeto pequeno para uma pessoa, que deve começar a brincadeira dizendo o nome e algo sobre ela que ninguém do grupo saiba.

Depois da curta apresentação, a pessoa que está com a bolinha deve passar para o colega do lado, que faz o mesmo.

Após todos terem sua vez, começa a segunda rodada da dinâmica. Nela, um participante deve passar a bola para alguém de sua escolha e dizer o nome desta pessoa e a curiosidade que ela disse sobre isso mesma. A pessoa escolhida pode ajudar com as informações, caso a outra não lembre.

Se o facilitador preferir, ele pode optar que na segunda rodada, os participantes repitam tudo o que já foi dito.

2. Dinâmica do caso verdade

Esta atividade contribui para o autoconhecimento e integração da equipe. Reúna os participantes em um círculo. No centro, coloque cartões, todos virados para baixo. Em cada um deles, estará escrito uma das seguintes perguntas:

  1. O que você sabe fazer de melhor?
  2. Se você ganhasse na loteria, o que faria com o dinheiro?
  3. Qual foi o momento mais feliz da sua vida?
  4. O que você acha que seria um programa perfeito para um casal?
  5. Onde você mais gostaria de estar agora?
  6. Se alguém o avisasse que o mundo iria acabar daqui a 10 minutos, o que você faria?
  7. O que faz você dar mais risada?
  8. Se você pudesse ser qualquer outra pessoa quem você gostaria de ser?
  9. O que você mais gostaria de poder fazer, mas não pode?

Cada participante deve escolher um cartão e responder a pergunta. Depois, quem assim o desejar, divide sua respostas. A dinâmica é uma forma de os colegas se conhecerem de forma mais profunda, já que as perguntas tocam em pontos subjetivos, como crenças e sentimentos.

3. Dinâmica do Rolo de Barbante

Organizados em círculo, entregue um rolo grande de barbante para um dos participantes da dinâmica. Peça para a pessoa segurar a ponta do barbante e jogar o rolo para alguém da roda que tenha uma característica que ela admira. Depois que a outra pessoa recebe o rolo, o participante deve revelar qual é a característica e explicar a razão dele apreciá-la.

Depois de todos terem recebido o rolo de barbante, ao final da dinâmica forma-se uma enorme teia – um símbolo da conexão do grupo pela troca de elogios. O reconhecimento das características e habilidades de cada pessoa motiva o grupo e o inspira a ter um olhar mais gentil para o outro.

4. Dinâmica da pausa para o café

O cenário é um coffee break. Oriente os participantes a formarem duplas de forma aleatória e peça para que eles comecem a se apresentar, mas de forma descontraída.

Para ajudar na tarefa, eles terão acesso a seguinte lista, com perguntas para quebrar o gelo inicial (sinta-se à vontade para adicionar outras!):

  1. Qual característica sua só é percebida pelos outros depois de algum tempo de convivência?
  2. Relate um momento que lhe foi de grande aprendizado.
  3. Se você fosse para uma ilha deserta, o que e quem seria indispensável levar?
  4. Qual a personalidade que você mais se identifica e por quê?
  5. Qual característica sua você venderia por R$ 1?
  6. Que característica sua as pessoas daqui vão ficar sem conhecer logo após saírem?
  7. Relate algo que você não curte, mas faz por algum motivo.
  8. Relate algo que você curte, mas não faz.
  9. De acordo com amigos e conhecidos, qual é sua característica mais  marcante?
  10. Se você encontrasse um gênio, qual pedido você faria?

A dupla tem dois minutos para conversar. Finalizados, o integrante A apresenta o B e vice-versa.

5. Dinâmica da Carta de despedida

Cada participante irá receber um pedaço de papel e uma caneta. Na folha, ele deve escrever uma carta de despedida para o grupo, na qual fala sobre como se sente em relação aos colegas, se ele está confortável com eles, se ele vai sentir saudades depois de ir embora, entre outros.

Depois que todas escreveram a carta (estabeleça um tempo limite), os participantes devem lê-las em voz alta. Tanto a própria pessoa que escreveu pode ler como um outro colega.

Após a leitura das cartas, o grupo se reúne e debate sobre os sentimentos e dificuldades que expressadas pelos participantes. Deve-se pensar em formas de resolver problemas ou outras questões que podem estar atrapalhando na equipe.

6. Dinâmica das Três Diferenças

Na correria do dia a dia, muitas vezes não reparamos nos nossos colegas. Para exercitar e refletir sobre isso, coloque os participantes em pares, um de frente para o outro, e peça para eles se observarem durante um minuto.

Depois, oriente eles a ficarem de costas um para o outro e mudar três coisas sobre a própria aparência. Agora, peça para eles voltarem a se olhar. A dupla tem um minuto para tentar achar o que há de diferente no outro.

Finalizado o tempo, discutam quais modificações foram notadas. Depois reflitam as seguintes questões:

  1. Como foi observar a outra pessoa?
  2. Você percebeu o que havia mudado nela?
  3. Você costuma observar o que acontece ao seu redor?
  4. Qual a importância de ser um bom observador?

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