Como acrescentar o melão de São Caetano na diet?

Correm boatos de que esse melão pode ajudar no diabetes.

O melão de São Caetano é uma trepadeira daninha da família das cucurbitáceas. Sua origem advém de regiões como África e da Ásia, mas já é possível encontrá-la em todas as regiões do Brasil. Seu nome pode sofrer variações como “melãozinho”, “pepino amargo” e “erva de São Caetano”. Seu uso em relação ao diabetes é muito conhecido, com até mesmo pesquisas científicas desenvolvidas sobre o assunto.

Para saber mais se o melão de São Caetano pode ajudar a lidar com o diabetes, confira o artigo na íntegra!

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Melão de São Caetano e o diabetes

Pesquisas foram feitas para entender qual a correlação entre esses assuntos. Segundo tais estudos, esse melão realmente contribui na redução das taxas do diabetes, pois possui em sua composição ativos conhecidos como “insulina vegetal”: a charantina o polipeptídeo-p.

Ambos possuem estrutura molecular muito similar à da insulina. Por conta disso, conseguem “enganar” os receptores de insulina das células, fazendo com que elas consumam, de fato, o açúcar.

Além disso, o Melão de São Caetano também evita que o fígado libere o açúcar armazenado, denominado glicogênio, no sangue; contribuindo para o aumento da sensibilidade para a insulina nos receptores das células; estimulando o pâncreas a produzir mais insulina; diminuindo a absorção de açúcar no intestino, entre outros benefícios.

Como acrescentar o melão de São Caetano na dieta:

Esse é um melão cujo consumo pode ser considerado versátil. Cozinhar e comer o fruto diariamente é uma das opções de consumo. Além dessa, também é possível tomar o chá da folha, mantendo a proporção de 10g para cada litro de água quente.

Pode ser encontrada de forma engarrafada, chamada de “tintura”. Ou ainda, na forma de cápsulas, para não sentir o amargor. Nesse formato, é necessário manter a ingestão diária de 20 a 40mg/kg, distribuída em 3 vezes ao dia. Lembrando que sempre é bom evitar ingerir as sementes, por serem mais tóxicas.

Ademais, se faz necessário realizar uma pausa de 2 semanas, a cada 3 meses, para que efeitos colaterais possam ser evitados. Crianças até a idade de 10 anos, assim como grávidas, lactantes e casais que estão tentando ter filhos, é importante evitar o consumo.

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