Comidas ultraprocessadas podem contribuir para o declínio cognitivo

Estudo aponta para relação entre alimentação e um cérebro saudável.

Em geral, todo mundo sabe o quanto uma alimentação saudável é indispensável para manter nosso corpo bem. Afinal, diversas pesquisas apontam para os benefícios de alguns alimentos. Além disso, recentemente, cientistas obtiveram resultados impressionantes sobre quais os danos de alimentos ultraprocessados e o quanto podem contribuir para o declínio cognitivo.

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Na verdade, é de conhecimento de todos que alimentos ultraprocessados, como pizzas, hambúrgueres e salsichas são maléficos, inclusive para contribuir com o ganho de peso de maneira não saudável, para deixar a pele mais oleosa, etc. Entretanto, além de serem muito saborosos, para algumas pessoas, a facilidade em encontrá-los e consumi-los acaba compensando os danos ao corpo.

Por isso, neste artigo falamos sobre motivos reais para superar o gosto e se livrar desses alimentos. Confira!

Alimentos ultraprocessados e danos ao cérebro

Apesar de diversas pesquisas apontarem a relação desses alimentos e desenvolvimento de problemas cardíacos, câncer e diabetes, não haviam tantos estudos sobre danos diretos ao nosso cérebro.

Entretanto, o que os cientistas descobriram foi surpreendente. Segundo pesquisadores, elas podem afetar diretamente o sistema cognitivo, especialmente áreas envolvidas em nossa capacidade de raciocinar, processar informações e tomar decisões. Assustador, não é mesmo?

A pesquisa

Através do acompanhamento de homens e mulheres que consumiam alimentos ultraprocessados diariamente, foi possível notar uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo. Além disso, um declínio de funções executivas de 25% mais rápido. Isso acontece porque essas comidas, apesar de serem muito convenientes, acabam substituindo a ingestão de nutrientes essenciais presentes em outros alimentos.

Dessa forma, quando nosso corpo não recebe as fibras vegetais, vitaminas e minerais, ele acaba aumentando o risco de doenças relacionadas à idade, como a doença de Alzheimer.

O que dizem os especialistas

Segundo médicos e nutricionistas, as pessoas precisam começar a cozinhar e preparar suas próprias refeições do zero. Caso encontre problemas com tempo disponível, pode criar estratégias para isso, como separar marmitas para a semana inteira.

É um esforço que vale a pena para proteger o coração, reduzir os níveis de estresse, proteger o cérebro da demência e ainda garantir um corpo mais saudável. No final, são apenas vantagens!

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