A privatização da Eletrobrás pode diminuir a tarifa de luz?

O governo promete privatizar uma das maiores empresas do país. Saiba o que especialistas dizem sobre isso.

Na última quarta-feira, dia 18, o Tribunal de Contas da União (TCU) retomou o julgamento acerca da privatização da Eletrobrás, estatal responsável pela distribuição e geração de energia. Caso seja confirmada, a privatização da empresa será um marco para o governo atual, já que é uma das maiores do país a entrar para a cota de privatizações do governo Bolsonaro.

A dúvida que ressurge é: o que pode mudar após a privatização? A conta de luz ficará mais barata? Acompanhe o texto.

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Caso seja privatizada, o que acontecerá?

Não é de hoje a vontade do Governo Federal de privatizar a Eletrobrás. Desde o governo Temer há uma medida tramitando com o intuito de privatizá-la, alegando como objetivo melhorar a economia do país.

Agora, com o governo Bolsonaro, após uma transformação no projeto de lei, a privatização passou pelas agendas do TCU. O que o governo espera é que até o fim de junho ela já esteja finalizada e possa arrecadar cerca de R$ 67 bilhões com a venda.

Por um lado, alguns especialistas estão otimistas com a privatização. Por outro, alguns não concordam com a medida, pois os consumidores podem ser os principais a sofrerem com o preço da energia.

O que muda para o consumidor?

Uma das vantagens de ter a Eletrobrás como estatal é que os preços que a energia é repassada não são os mesmos do mercado. Assim, caso a estatal seja privatizada, a maneira com a qual a energia é repassada será a primeira a ser afetada.

Com a privatização, os contratos serão renovados de acordo com o regime de mercado, e consequentemente haverá uma alteração nos preços para o consumidor.

Parte dos integrantes do Ministério de Minas e Energia negam esse fator de aumento. Contudo, especialistas afirmam que, ao longo dos anos, o valor da conta de luz pode subir consideravelmente.

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