Alzheimer – Sintomas, fases, causas, tratamento, cura

A doença de alzheimer acomete sobretudo idosos e é marcada por fases de acordo com o agravamento da doença. Seu tratamento é feito a partir de medicamentos.

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Com cerca de 40 milhões de pessoas no mundo afetadas, a Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável. A mesma se manifesta a partir de deteriorações cognitivas e da memória, que se agravam ao longo do tempo, e acomete sobretudo os idosos.

O que acontece é que as células nervosas vão sendo eliminadas gradualmente, bem como a perda de tecido cerebral. Na progressão da doença, o cérebro do paciente encolhe de tamanho, fato que compromete suas funções.

Sintomas de Alzheimer

Seus principais sintomas são o declínio cognitivo e a perda progressiva da memória, o que afeta diretamente no comportamento e na personalidade da pessoa.

Com a persistência e a agravamento da perda de memória, portadores de Alzheimer podem:

  • Afirmar e perguntar repetidamente a mesma coisa sem nenhuma consciência;
  • Dificuldade em tarefas familiares;
  • Esquecer de eventuais conversas, compromissos ou eventos;
  • Perderem-se em lugares familiares, como a própria casa;
  • Por vezes, esquecer os nomes de membros da família e objetos do cotidiano;
  • Ter dificuldade de pensar e raciocinar
  • Ter dificuldade em encontrar as palavras certas para identificar objetos, expressar pensamentos ou participar de conversas;
  • Mudanças de personalidade e comportamento.

Fases e estágios do Alzheimer

A doença de Alzheimer geralmente costuma evoluir conforme o agravamento da situação e, além disso, infelizmente, esta é lenta e inexorável, ou seja, não há tratamentos para barrar o avanço da doença. O quadro clínico evolui em quatro fases:

Estágio 1 (forma inicial): Apresentam-se alterações na memória, na personalidade e nas habilidades visuais e espaciais;
Estágio 2 (forma moderada): Iniciam-se a dificuldade para falar, realizar tarefas simples e coordenar movimentos. São recorrentes agitação e insônia nesse estágio;
Estágio 3 (forma grave): Começam a ter certa resistência à execução de tarefas diárias. Incontinência urinária e fecal também são comuns. Dificuldade para comer e deficiência motora progressiva são recorrentes;
Estágio 4 (terminal): O estágio terminal é caracterizado por restrição ao leito, mutismo, dor à deglutição e infecções intercorrentes.

Causas do Alzheimer

Não há causas precisas sobre o que vem a acarretar a doença, porém, pesquisadores acreditam que esta seja originada a partir de uma combinação de fatores genéticos, de estilo de vida e ambientais que afetam o cérebro ao longo do tempo.

Seu efeito diz respeito ao dano físico, que por sua vez, mata as células cerebrais, que consequentemente leva à um encolhimento significativo do cérebro. É comum que o tecido cerebral de um portador da doença possua:

Placas: Acúmulo de uma proteína chamada beta-amilóide, que por sua vez danifica e destrói as células cerebrais de várias modos, até mesmo interferindo na comunicação célula a célula.

Emaranhados: As células nervosas mortas ou prestes a morrer contém emaranhados neurofibrilares (alterações intracelulares verificadas no citoplasma dos neurônio) que são formados por filamentos torcidos de outra proteína.

Tratamento e cura

Apesar de não ter cura, o Alzheimer pode ser tratado com medicamentos que visam minimizar os distúrbios da doença de modo a propiciar a estabilização do comprometimento cognitivo, o que envolve o comportamento e a realização das atividades da vida diária (ou modificar as manifestações da doença), com um mínimo de efeitos adversos.

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