Depois de dois anos de Home Office, muitas pessoas se adaptaram bem a esse novo estilo de trabalho. Seguindo essa tendência, o Governo Federal estuda a possibilidade de tornar o trabalho remoto uma opção também para agentes públicos. Quer saber como essa mudança vai acontecer? Leia esta matéria na íntegra e descubra!
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Qual a diferença do Home Office para esse setor?
Para os funcionários públicos que decidirem trabalhar remotamente, será possível escolher entre duas modalidades: integral ou parcial. Para aqueles que escolherem o formato parcial, será esperado que o agente público compareça a alguns dias da semana para cumprir horários.
Além disso, o Programa de Gestão de Desempenho para Pessoal Civil da Administração estabelece que os agentes realizarão suas funções de acordo com demandas periódicas.
Vantagens do Home Office
A principal ideia de adaptar a administração pública ao trabalho remoto é aumentar o contato dos agentes com chamadas telefônicas, principalmente com o público externo.
Outro ponto importante dessa medida é que ela permite que o trabalho seja realizado até mesmo no exterior. Desse modo, será mais fácil organizar viagens a trabalho, sem interferir na programação dos funcionários.
No que concerne aos empregadores, o Home Office é uma grande oportunidade para economizar com gastos como energia, transporte e aluguel de espaços.
Desvantagens do Home Office
A Secretaria-Geral da Presidência da República garantiu que os funcionários terão mais liberdade e irão apresentar resultados mais produtivos. Contudo, já existem estudos que comprovam que o trabalho remoto desgasta os trabalhadores e faz com que eles produzam menos. Isso pode ser explicado devido às várias possíveis distrações que existem dentro de casa, como familiares, animais etc.
Esse problema pode ser evitado caso o setor garanta locais apropriados para os trabalhadores. Assim, os funcionários públicos poderão contar com o conforto de um local tranquilo para trabalhar, sem que necessariamente seja o prédio oficial do governo.
