Conheça a água-viva, um animal marinho com mais de 650 milhões de anos

com mais de 650 milhões de anos e com espécies sendo descobertas até os dias de hoje, as águas-vivas também são chamadas de medusa. Entenda

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A água-viva é um animal marinho, também conhecido por medusa, e existe a aproximadamente 650 milhões de anos. Esse animal possui várias espécies, sendo possível até nos dias de hoje descobrir novas espécies dessa família. A maioria é transparente e tem o formato de um sino.

O nome medusa é dado quando a água-viva atinge sua fase adulta, em que seu formato final parece uma cabeça cheia de cachos, fazendo referência a figura mitológica que tinha cobras na cabeça.

Estrutura da água-viva

Como iremos ver a seguir, a estrutura física da água-viva é bem simples, composta em sua maior parte por água, não possuindo órgãos, ossos e nem cérebro. A água-viva é composta por:

  • Epiderme – protege os órgãos internos;
  • Gastroderme – camada interna da água-viva;
  • Mesogleia – parte gelatinosa intermediária, que fica localizada entre a epiderme e a gastroderme;
  • Cavidade gastrovascular – funciona como um conjunto do esôfago, estômago e intestino, tudo em um só;
  • Orifício – funciona como boca e ânus;
  • Tentáculos – são as extremidades do corpo.

A água-viva é composta por nervos em formas de feixes radiais que controlam os tentáculos e que servem para identificar a luz, detectar presenças, sentir cheiros e se orientar.

Tamanho da água-viva

A água-viva pode variar muito de tamanho, uma vez que existem vários tipos de espécies na família de cnidários. Entre elas podemos encontrar pequenos tamanhos que podem chegar a 2,5 centímetros, e outras maiores que podem chegar a dois metros de comprimento.

Reprodução da água-viva

Reprodução da água-viva
Ciclo reprodutivo da água-viva

Na época de reprodução o macho libera seu esperma na água pelo orifício, este, por sua vez, vai nadando até o orifício de reprodução feminino, ocorrendo então a fertilização. Dessa forma, de uma única vez é possível fecundar dezenas de larvas.

Depois da concepção, as larvas saem do corpo da mãe para que se fixem em rochas, já na estrutura de pólipos. Pólipos, por sua vez, são estruturas ocas com boca e tentáculos pequenos. Posteriormente, as águas-vivas se tornam éfiras, que são estruturas como as medusas.

Contudo, estão em formato reduzido. Apenas após essa etapa a água-viva se desprende da rocha e se torna uma medusa, vivendo de três a seis meses.

Ataque da água-viva

A água-viva possui células com substâncias tóxicas, que são utilizadas para a captura de suas presas. O líquido em contato com a pele provoca intensa dor, chamado de nematocistos, localizados principalmente nos tentáculos.

Em contato direto com a pele humana, além de dor, a substância pode provocar sintomas como: vômitos, dores de cabeça e abdominais, sensação de constrição na garganta, paralisia, convulsões e até mesmo insuficiência respiratória. Além disso, podem surgir na pele reações alérgicas como bolhas, vesículas e até mesmo necrose.

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