O que é exoesqueleto de quitina?

Continue lendo para entender a importância do exoesqueleto para os artrópodes.

O que é exoesqueleto de quitina? O exoesqueleto de quitina é uma característica importante para indivíduos do filo Arthropoda, que é considerado o maior grupo de animais do planeta.

Dentre as principais características para o sucesso adaptativo desse grupo de animais está a presença do exoesqueleto de quitina.

Exoesqueleto
Exoesqueleto

O termo exoesqueleto significa esqueleto externo e ele atua como uma proteção para o corpo do animal contra atritos, patógenos, predadores e outras variações do ambiente.

Além da proteção, o exoesqueleto ajuda a manter a forma do corpo do animal, funcionando como um suporte estrutural.

Exoesqueleto

A composição do exoesqueleto dos artrópodes é um polissacarídeo composto chamado quitina. Ele é formado pela união de vários monômeros de N-acetilglicosamina.

Nos crustáceos, o exoesqueleto é composto por quitina e pela impregnação de carbonato de cálcio, fazendo com que a carapaça desses animais seja rígida e difícil de quebrar, como a dos siris e dos caranguejos.

Exoesqueleto
Exoesqueleto

Animais com exoesqueleto

A presença desse exoesqueleto rígido é imprescindível para a sobrevivência desses animais em seu habitat natural.

No entanto, a presença dessa estrutura também apresenta pontos negativos, como a necessidade de trocar todo o exoesqueleto para que o animal possa crescer, o que demanda bastante gasto de energia para o animal. Esse processo de troca de exoesqueleto recebe o nome de muda ou ecdise.

O processo da muda acontece em várias etapas e no período entre as mudas, chamado de intermuda, o animal vive tranquilamente e pode realizar todas as suas atividades normais.

Exoesqueleto depois da muda
Exoesqueleto depois da muda

No momento em que o animal atinge determinado tamanho em que se faz necessária a muda para ele continuar crescendo, inicia-se o período de pré-muda que é uma fase de produção do novo exoesqueleto.

Durante a pré-muda, o animal fica com dois exoesqueletos, o velho que está pequeno e o novo que é maior e durante essa fase ainda é mole, até que o animal cresça.

A muda propriamente dita ocorre quando o exoesqueleto velho é eliminado e o animal fica apenas com o exoesqueleto novo, podendo expandir seu tamanho e depois ele se tornará rígido também, reiniciando o período de intermuda.

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