Pesquisa mostra quais os sintomas mais comuns em pessoas vacinadas contra Covid-19

Ocorrência da doença é drasticamente menor em comparação a quem não se vacinou. A pesquisa contou com 1 milhão de moradores do Reino Unido.

Um estudo feito pelo ZOE COVID Symptom Study analisa o comportamento do organismo de pessoas vacinadas frente à Covid-19. Mesmo quem já concluiu o ciclo de imunização pode contrair o vírus e desenvolver quadro sintomático da doença. Contudo, os sintomas se mostram ligeiramente diferentes dos apresentados pelos demais pacientes não vacinados.

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A pesquisa contou com 1 milhão de moradores do Reino Unido para chegar às conclusões. Antes, porém, foi necessário entender a evolução do vírus no organismo de pessoas não vacinadas.

Os principais sintomas entre aqueles que não receberam as doses das vacinas são:

  • Coriza;
  • Dor de Cabeça;
  • Dor de Garganta;
  • Febre; e
  • Tosse.

Embora seja comum em relatos, a perda de olfato e paladar aparece na 30ª posição dos sintomas. 

Em contrapartida, as pessoas imunizadas relataram sintomas que não eram comuns. Pelo menos, nenhum deles era o mais comum no início da pandemia do novo coronavírus. Os sintomas mais frequentes relatados pelas pessoas vacinadas são:

  • Coriza;
  • Espirros;
  • Dor de garganta;
  • Tosse persistente.

Vacinados têm quadro consideravelmente mais leve

A grande diferente está no tempo de duração dos sintomas. Em pessoas imunizadas, eles duram um tempo consideravelmente menor. Claro, isso quando eles aparecem, já que a ocorrência é rara diante da vacina.

As pessoas que já receberam as duas doses da vacina relataram ainda menos sintomas do que as demais. O tempo de persistência do quadro sintomático também era consideravelmente menor. Além disso, a febre se tornou um indício raro da infecção nesse grupo.

A falta de ar, comum em pessoas não vacinadas, está entre os sintomas menos frequentes nesse grupo.

De acordo com os resultados do estudo, a vacinação se demonstrou eficiente no combate à doença. Ainda que os dados sejam preliminares, eles apontam para uma qualidade de vida maior. 

Vale ressaltar que a ocorrência de sintomas foi rara entre os vacinados. Além disso, outros estudos também mostram que a permanência de sequelas diminui drasticamente. Em breve, pesquisas mais amplas e conclusivas devem ser publicadas por diferentes institutos pelo mundo.

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