Tudo que você precisa saber sobre o Enem Digital

O Enem Digital surgiu como uma oportunidade de realização do exame de forma online. Veja tudo que você precisa saber sobre o Enem Digital.

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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi utilizado pela primeira vez, na sua versão atual, como modalidade de ingresso no ensino superior, em 2009.

Com o passar do tempo diversas instituições começaram adotar o sistema de exame e atualmente é a maior prova de para ingresso em universidades, aquisição de bolsas e financiamentos no Brasil.

Em todos os anos de aplicação, o exame foi feito de forma física, com provas impressas, por todo o país.

Entretanto, em 2019, o Ministério da Educação (MEC) divulgou uma nova modalidade para aplicação do exame, o Enem Digital. Essa alternativa será feita por uma plataforma online, tanto as questões, quanto a redação.

Essa versão pode causar estranhamento em muitos estudantes, por isso, as orientações de especialistas são para que a opção digital seja escolhida apenas por candidatos que estão acostumados com esse tipo de formato.

Além disso, é interessante ter feito testes com leituras e simulados digitais para se certificar que se adequará a prova digital.

Com isso, os interessados no Enem Digital devem se atentar a algumas características específicas da prova, conhecendo a modalidade previamente à realização do exame para não se sentirem prejudicados.

Pensando nisso, confira a lista com tudo que você precisa saber sobre o Enem Digital para se dar bem na prova.

Novidades sobre o Enem Digital

1 Enem Digital é optativo

O Enem Digital é uma novidade apresentada pelo MEC e não possui caráter obrigatório. As provas tradicionais ainda serão aplicadas, assim, o candidato deve selecionar a forma que mais lhe agrada e fazer sua inscrição especifica para o formato.

Apenas 15 capitais do país receberão a oportunidade de realização do Enem Digital.

Entretanto, foi estipulado que a partir de 2026 será obrigatória a realização do exame no formato digital, com mais aplicações ao longo do ano.

2 Aplicação teste

A primeira aplicação da prova, programada para 2020, será realizada como um teste piloto. Além disso, apenas uma pequena amostra de 50 mil pessoas poderão participar.

O teste servirá como oportunidade para as instituições verificarem possíveis falhas, necessidades extras e aparato técnico para a realização correta do exame.

Por isso, quem optar pela realização digital deve ter em mente que possíveis imprevistos possam acontecer. O resultado será validado e utilizado normalmente pelo Sistema de Seleção Unificada (SISU).

3 Comparação: Digital x Impressa

A principal vantagem da aplicação digital é facilidade e menor tempo para corrigir e processar os resultados.

Isso acontece porque as provas físicas devem ser aplicadas presencialmente, enviadas a um local de processamento e diversas checagens para apresentar a precisão do resultado.

Já na versão digital, os resultados das questões objetivas seriam imediatas.

Porém, não pense que o Enem Digital poderá ser feito em qualquer lugar. Na verdade, é exigida uma infraestrutura com computadores e internet para aplicação adequada da prova. Esse requisito é contabilizado como uma desvantagem em relação ao Enem tradicional, pois muitas escolas, utilizadas todos os anos, não possui estrutura compatível.

4 Local de aplicação

Seguindo o tópico anterior, encontrar os locais adequados para a aplicação pode representar certa dificuldade para realização do exame.

É necessária uma infraestrutura com computadores, internet de qualidade, sem interferências e obstáculos que atrapalhem o exame.

Esse quesito é muito importante, pois obstáculos podem acarretar problemas de ansiedade, entre outros, que prejudicariam o candidato. Os locais ideais para aplicação do Enem Digital são escolas e universidades com centros de computação.

5 Questões diferentes

É necessário que o aluno saiba que as questões da prova online não serão as mesmas das provas impressas, entretanto, todas elas terão o mesmo nível de dificuldade.

Somado a isso, o sistema utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI) que usa uma metodologia de cálculo de nota coerente com os níveis das questões. Ele é aplicado de forma que mesmo provas diferentes tenham o mesmo nível de dificuldade.

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