Drogas do sertão

As drogas do sertão eram as plantas, raízes e frutas encontradas na região amazônica do Brasil no período colonial.

O que eram as drogas do sertão? Drogas do sertão era a forma como eram chamadas as inúmeras especiarias que foram exploradas e comercializadas no Brasil colônia a partir dos séculos XVI e XVII.

Tais produtos eram cultivados em solo brasileiro e vendidos para a Europa.

As drogas do sertão

No decorrer da colonização do Brasil, as expedições que ocorriam no interior do território viabilizaram para o descobrimento de, entre outras coisas, inúmeras raízes, plantas e frutas.

O contato com os nativos nesse processo foi extremamente importante para o conhecimento das potencialidades da vegetação brasileira.

Antes da colonização, a Europa já possuía interesse nas especiarias fornecidas pelas Índias, utilizadas para temperar comida, fabricar manufaturas e preparar remédios.

Então, a partir dos séculos XVI e XVII, a exploração da região amazônica se tornou uma importante atividade econômica.

Esse território mostrou uma grande variedade de sementes, raízes, frutas e plantas que desempenhavam importantes papeis na culinária e medicina. Veja alguns exemplos de quais eram as drogas do sertão do periodo colonial:

  • Urucum
  • Cravo
  • Cacau
  • Guaraná
  • Poaia
  • Baunilha

A exploração das drogas do sertão era feita pelos indígenas que se fixavam nas missões jesuíticas e pelos bandeirantes que, entre outras atividades, também exploravam esse tipo de produto para a venda no litoral.

É importante salientar que as drogas do sertão atendiam, principalmente, ao mercado externo.

O cultivo da cana-de-açúcar fez com que a exploração das drogas do sertão entrasse em declínio. Com isso, a partir do século XVII, os portugueses começaram a concentrar seus esforços na exploração da cana-de-açúcar desenvolvida pela mão de obra dos africanos escravizados.

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