30 Frases de Clarice Lispector – A notável escritora brasileira

Clarice Lispector foi jornalista, poetisa e escritora pertencente ao modernismo brasileiro. Veja algumas de suas frases sobre a vida!

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Clarice Lispector foi uma das escritoras mulheres mais conhecidas da literatura brasileira. Além de escritora, Clarice foi também jornalista.

Apesar de ter nascido na Ucrânia, com descendência judaica, passou a maior parte de sua vida no Brasil. Chegou com sua família em solos brasileiros no ano de 1921, um ano após o seu nascimento. A escritora naturalizou-se brasileira e dizia ser pernambucana.

A literatura de Clarice Lispector pertencente à terceira fase do modernismo. Ela escreveu frases e poemas sobre a vida, o amor, os sonhos, a felicidade e a liberdade.

Veja a seguir 30 frases de Clarice Lispector!

Frases de Clarice Lispector

Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.

Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.

Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar.

Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.

Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato… Ou toca, ou não toca.

E se me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar.

Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.

Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito.

Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.

Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam.

Não me corrija. A pontuação é a respiração da frase, e minha frase respira assim. E se você me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar.

Mas há a vida que é para ser intensamente vivida. Há o amor. Que tem que ser vivido até a última gota. Sem nenhum medo. Não mata.

Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo.

Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.

A gente tem o direito de deixar o barco correr. As coisas se arranjam, não é preciso empurrar com tanta força.

Mas o pior é o súbito cansaço de tudo. Parece uma fartura, parece que já se teve tudo e que não se quer mais nada.

Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não: quero uma verdade inventada.

Não pedi coisas demais para não confundir Deus que à meia-noite de ano novo está tão ocupado.

A única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais.

Agora sei: sou só. Eu e minha liberdade que não sei usar. Grande responsabilidade da solidão.

Às vezes me dá enjoo de gente. Depois passa e fico de novo toda curiosa e atenta. E é só.

E nem entendo aquilo que entendo: pois estou infinitamente maior do que eu mesma, e não me alcanço.

Qualquer um pode amar uma rosa, mas é preciso um grande coração para incluir os espinhos.

Amor será dar de presente ao outro a própria solidão? Pois é a última coisa que se pode dar de si.

Errado é você deixar de fazer alguma coisa com medo do que os outros vão pensar.

Suponho que me entender não é uma questão de inteligência, e sim de sentir…

Criar sim, mentir não. Criar não é imaginação, é correr o grande risco de se ter a realidade.

Amar não acaba. É como se o mundo estivesse a minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera.

Quero que tudo seja intenso, exagerado e louco. Porque só assim fico satisfeita!

O tempo tenta sequestrar meu sorriso, mas resisto como uma criança com medo da mãe ao ralar o joelho. Engulo o choro, para não doer mais.

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