Imperadores romanos

O Império Romano contou com diversos imperadores. Vamos saber mais sobre alguns deles?


O Império Romano teve seu início em 27 a.C. e seu fim em 476 d.C. Esse período correspondeu a expansão romana tanto em regiões do continente africano quanto do Oriente Médio.

A principal marca desse período foi a figura dos imperadores romanos, os principais sujeitos do Império.

Com isso, vejamos uma lista de imperadores romanos:

Otávio Augusto

Otávio Augusto foi o primeiro imperador de Roma, exercendo essa função entre os anos de 27 a.C. a 14 d.C.

Organizou diversas expedições militares e anexou as regiões da Judeia e da Gália ao território romano.

Recuperou a economia da Península Itálica e de Roma Antiga e estimulou a agricultura. Iniciou várias obras públicas para embelezar Roma e empregar a plebe urbana.

Investiu nas artes e na cultura, financiando muitos artistas e intelectuais e alcançou a paz interna e externa.

Ao concentrar todos os poderes em suas mãos — chefe religioso, tribuno vitalício, primeiro senador e cidadão, imperador —, ele recebeu o título de augusto (dado aos deuses, significa divino e sagrado), passando a se chamar Otávio Augusto.

Cláudio

Tibério Cláudio César Augusto Germânico assumiu o posto de imperador romano entre os anos de 41 a 54 d.C.

Construiu aquedutos, canais e investiu na pavimentação de estradas visando uma melhor comunicação entre as províncias.

Durante o seu reinado, foram anexadas as províncias da Lícia, Mauritânia, Trácia, Nórico, Panfília e Judeia. Contudo, a principal conquista foi a Britânia, atual Grã-Bretanha.

Conseguiu garantir a paz entre os romanos. Em 54, ele é morto e deificado pelo Senado.

Nero

Nero Cláudio Augusto Germânico governou Roma entre o período de 54 a 68 d.C.

Os primeiros anos de seu governo se concentraram em cancelar todos os anúncios publicados pelo imperador anterior, Cláudio.

Não empreendeu conquistas ao território, realizando somente algumas incursões militares na região que atualmente corresponde a Armênia. Melhorou as relações diplomáticas com a Grécia.

Considerado um imperador cruel com os cristãos, violento e desequilibrado, ele se matou em Roma, no dia 6 de junho de 68.

Tito

Tito Flávio Vespasiano foi o imperador romano que governou o Império de 79 a 81 d.C.

Mesmo com um reinado curto, ele ficou conhecido como o destruidor do Templo de Salomão e o responsável pela dispersão do povo judeu pelo mundo.

Com uma fama de intolerante e violento, ele foi chamado de “novo Nero”.

Concluiu o Coliseu de Roma que garantia o divertimento da população, principalmente das classes populares. Faleceu em setembro de 81.

Trajano

Marco Úlpio Nerva Trajano governou o Império Romano entre os anos de 98 a 117 d.C.

Ampliou as fronteiras romanas, sendo o responsável pela maior expansão do Império.

Adotou um programa de obras públicas em Roma que buscava melhorar as condições de saúde e higiene. Além disso, suscitou a terceira perseguição ao povo cristão.

Diocleciano

Caio Aurélio Valério Diócles Diocleciano foi imperador de Roma entre os anos de 284 a 305 d.C.

De 284 a 286 d.C., governou sozinho. De 286 a 305, adotou a diarquia, uma forma de governo em que o território é governado por dois chefes, chegando a incluir mais dois auxiliares.

Dividiu o Império Romano em Ocidental e Oriental, cada qual administrado por um líder.

A capital do lado Ocidental seria Roma, já a parte Oriental teria como líder o próprio Diocleciano e a capital seria Nicomédia.

O fato de o Império Romano ter chegado a grandes proporções, inviabilizou a paz no território. Ocorreram diversas rebeliões entre os generais e os governadores provinciais em vários territórios.

Assim, Diocleciano abdica do trono e falece em 311 ou 312.

Constantino

Flávio Valério Aurélio Constantino assumiu o posto de imperador romano de 306 a 337 d.C.

Mesmo tendo favorecido igualmente o paganismo e o cristianismo, ele foi considerado o primeiro imperador cristão da história, sendo batizado no leito de morte.

Passou a maior parte do seu reinado guerreando com os povos germânicos que insistiam em invadir as fronteiras do império.

Promoveu o fim da perseguição aos cristãos, mas isso não significou que a doutrina passasse a se tornar a religião oficial do Império.

Enquanto estimulava o culto ao deus Sol, visando aumentar sua influência política, ele se aproveitou do crescimento do cristianismo.

Em março de 321, promulgou o Édito de Constantino, que defendia o descanso aos domingos, homenageando o deus Sol.

Em 325 convocou o I Concílio de Niceia, que contou com a participação de 300 bispos. O objetivo da reunião era definir a divindade de Jesus, a promulgação da lei canônica e o estabelecimento da data da Páscoa.

Constantinopla, a capital do Império Bizantino, recebeu esse nome em homenagem a Constantino, que faleceu em maio de 337.

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