Mito de Atlântida

O Mito de Atlântida afirma a existência de um continente que fora submerso há milhares de anos.


O Mito de Atlântida aparece pela primeira vez nos escritos do filósofo grego Platão. Segundo ele, durante uma viagem ao Egito, o político Sólon ouviu de alguns sacerdotes a história sobre Atlântida.

Para Platão, Atlântida seria uma grande ilha próxima às colunas de Hércules (estreito de Gibraltar), que foi povoada pelos atlantes, descendentes do deus do mar, Poseidon.

Os atlantes, que eram homens ricos, haviam conquistado o mundo mediterrâneo, no entanto, Atenas os expulsara de lá.

Os deuses ficaram bastante insatisfeitos frente à degeneração dos costumes dos atlantes que provocaram um maremoto que rapidamente engoliu Atlântida.

Sendo assim, Atlântida foi, supostamente, uma civilização que habitara em uma ilha no Oceano Atlântico, a oeste da Europa e África.

Essa ilha teria sido destruída por uma catástrofe natural há milhares de anos.

Pesquisas sobre Atlântida

A comprovação de que Colombo não teria chegado às Índias, mas sim em um novo continente, fez com que várias hipóteses surgissem para explicar a origem dos povos que habitavam as novas terras.

Diversos autores europeus alegavam que os povos nativos teriam se originado de Atlântida. Contudo, durante o século 16, alguns intelectuais ridicularizaram tal conclusão, tais como o cronista jesuíta José de Acosta em sua obra Historia natural y moral de las Indias, de 1580.

Mesmo com pouca aprovação entre os pesquisadores, vez ou outra ainda surgem teorias que tentam explicar a origem do homem americano a partir de Atlântida.

Existem geólogos que recusam a existência do continente Atlântida. Para eles, há outras formas de explicar a relação entre a fauna, a flora e o relevo da América do Sul e da África.

Contudo, Atlântida segue sendo um tema debatido pelas doutrinas esotéricas que narram com perfeição a história de seus possíveis moradores.

A chegada dos europeus na América impulsionou o interesse por Atlântida que virou o tema central de vários artigos e livros.

Tanto que, em 1927, ocorreu a primeira publicação da revista francesa especializada em estudos atlantianos, Société d’Études Atlantéennes.

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