A Lenda da Iara

A personagem lendária indígena passou por transformações sob influências africanas, confundindo-se com Iemanjá, e européia, se assemelhando às sereias gregas.

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A Lenda da Iara é um mito folclórico brasileiro nascido na região da Amazônia. Iara, ou Mãe d’água, tem raízes indígenas e seu nome vem do tupi-guarani “aquela que vive nas águas”.

O personagem é uma sereia de pele morena e olhos castanhos, capaz de atrair os homens com a melodia de sua voz. Ela vive nos rios amazônicos se admirando no reflexo das águas, penteando-se com um pente de outro.

Origem

Conta a história que Iara era uma índia filha do o cacique da tribo. Orgulho que seu pai sentia por ela gerou em seus irmãos uma inveja assassina. Precavendo-se da raiva dos irmãos, ela os matou primeiro e fogiu para as matas.

O pai a encontrou e, como punição, resolveu lançá-la ao rio. Entretanto, os peixes salvaram Iara e a transformaram em uma sereia. A partir daí, Iara passou a habitar a beira dos rios, conquistando homens e encantando-os, fazendo com que se afogassem.

Aqueles que conseguem escapar dos encantos de Iara enlouquecem e apenas o Pajé pode livrá-los da maldição. A lenda também afirma que Iara pode se transformar numa linda mulher quando quer se afastar das águas.

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