John Kennedy

John Kennedy foi um dos presidentes dos Estados Unidos.

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John Kennedy (1917–1963) foi presidente dos Estados Unidos entre os anos de 1961 e 1963. Seu mandato vigorou durante o considerado ápice da Guerra Fria e ficou marcado pela:

  • Construção do Muro de Berlim
  • Crise dos Mísseis
  • Corrida Espacial
  • Guerra do Vietnã

Seu mandato acabou em novembro de 1963, quando ele foi assassinado na cidade de Dallas, no Texas.

Biografia de John Kennedy

John Fitzgerald Kennedy nasceu em maio de 1917, oriundo de uma família católica e rica, cujo pai era diplomata e dono de terras.

Ele estudou em escolas particulares e se graduou na Universidade de Harvard. Além disso, viajou pela Europa e se fixou na América do Sul por dois meses.

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939–1945), ele serviu na parte administrativa da Marinha e depois de promovido a tenente, comandou embarcações de patrulhamento no Pacífico.

Em uma de suas missões, seu barco foi atingido pelos japoneses e se dividiu em dois. Os navegadores conseguiram sobreviver nadando para a ilha mais próxima ao local do ataque. Nesta ocasião, Kennedy foi condecorado por seu desempenho.

Influenciado pelo pai, ele decide seguir a carreira política. Com a morte do seu irmão mais velho, Kennedy se depara com o desafio de ocupar o cargo de deputado federal, por Massachusetts.

Em 1946 e 1950 ele se torna deputado e senador, respectivamente. Em seguida, Kennedy se concentra em tornar sua imagem pública e agradável a um eleitorado que não era predominantemente católico.

Depois de uma movimentada campanha e de debates televisivos, Kennedy se elege presidente dos Estados Unidos, em 1960, pelo Partido Democrata.

Governo de John Kennedy

O governo de John Kennedy foi marcado pelos desdobramentos provocados pela Guerra Fria. A edificação do Muro de Berlim, o posicionamento socialista de Cuba e a Corrida Espacial, foram fatos que ficaram conhecidos em todo o mundo.

Muro de Berlim

O Muro de Berlim, construído em 1961, foi o principal símbolo da Guerra Fria: de um lado, os Estados Unidos (capitalismo), e de outro, União Soviética (socialismo).

Erguido na parte socialista de Berlim, o objetivo era impedir as fugas dos alemães que habitavam o lado socialista para o capitalista.

Corrida Espacial

A Corrida Espacial representou a disputa pelo domínio, entre os Estados Unidos e União Soviética, da órbita terrestre. Além disso, ambas as nações competiam para saber qual seria a primeira a levar o ser humano ao espaço.

A União Soviética se destacou ao levar o primeiro ser vivo, a cadela Laika, em novembro de 1957. Logo depois, em 1961, Yuri Gagarin da URSS, foi o primeiro homem a percorrer a órbita terrestre.

Somente em 1969 os Estados Unidos mandam os primeiros homens à Lua.

Crise dos Mísseis

Este foi um dos períodos mais delicados da Guerra Fria que envolveu União Soviética, Cuba e Estados Unidos.

Em 1961, Fidel Castro se posiciona favorável à União Soviética, ou seja, ao socialismo. Isto significava que o país, agora inimigo dos Estados Unidos, estaria a poucos quilômetros da costa americana.

Ao tentarem invadir Cuba através da Baía dos Porcos, os norte-americanos são rechaçados, fato que representa uma dura derrota para eles.

No ano que se seguiu, os Estados Unidos descobrem que a União Soviética criou uma base de lançamento de mísseis capazes de alcançar o país norte-americano.

Kennedy decreta uma “quarentena” a todas as embarcações que se aproximassem de Cuba carregando qualquer carga suspeita.

Morte de Kennedy

John Kennedy foi morto por um ex-fuzileiro naval estadunidense, em 1963. Sua morte nunca foi explicada de fato, o que abriu brechas para inúmeras teorias.

Passados alguns meses, concluiu-se que seu assassinato ocorreu devido a motivos pessoais. Em 1976 foi criada a Comissão Americana da Câmara dos Representantes para Investigar as Mortes de Kennedy e de Martin Luther King Jr.

Do mesmo modo, chegou-se à conclusão de que o assassino agiu de forma solitária e que, por isso, não houve nenhuma conspiração. Sendo assim, nenhum país ou agência de inteligência seriam responsáveis pela morte do então presidente.

Existem críticas que condenam a performance tanto do FBI quanto da CIA no dia do assassinato de Kennedy, salientando que as duas organizações não o protegeram de fato.

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